O presidente Luíz Inácio Lula da Silva assinou recentemente a Medida Provisória (MP) nº 1.182 e o Projeto de Lei que regulamentará a indústria de apostas esportivas, com a expectativa de que o Congresso Nacional analise e revise a proposta. Essa é uma boa notícia para o fornecedor líder Sportingtech, que já deixou sua marca na América Latina e aguarda ansiosamente a oportunidade de aumentar ainda mais sua presença impressionante. Conversamos com a gerente de Desenvolvimento de Negócios no Brasil, Jhuana Lamas, sobre como a empresa tem navegado nesse processo.
Não é segredo que o mercado brasileiro será incrivelmente lucrativo assim que a legislação for aprovada, com operadores e fornecedores procurando se envolver com um mercado que vale US$ 1 bilhão em potencial, o que é empolgante. Essa nova disposição é o maior passo em vários anos; então, definitivamente, há motivos para entusiasmo.
A nova proposta, no entanto, tem algumas alterações. O imposto sobre a receita aumentou de 16% para 18% para elevar a receita do Ministério do Esporte de 1% para 3%. Embora o custo de uma licença não tenha sido incluído na provisão, espera-se que aumente para R$ 30 milhões, diferentemente dos R$ 22,2 milhões propostos anteriormente. Isso inclui uma cláusula estabelecendo que os operadores estrangeiros poderão solicitar uma licença, o que, obviamente, abrirá o mercado para operadores internacionais.
Felizmente, ter que trabalhar em estruturas em mudança não provou ser tão desafiador quanto poderia ser. Nossa equipe de conformidade trabalha muito para ficar de olho nos desenvolvimentos regulatórios para que possamos começar a trabalhar quando chegar a hora. Entender a situação atual também garante que possamos fornecer uma experiência envolvente ao jogador que seja legalmente sólida e agradável.
Há muito tempo pensamos nas oportunidades que o Brasil traria, dado o tamanho do país, seu enorme cenário esportivo com atletas e equipes de destaque em vários esportes globais e o grande interesse da população pelo esporte. Quando combinados, esses fatores equivalem ao que promete ser um mercado próspero. Temos trabalhado incansavelmente para atingir o sucesso no Brasil e nos tornar a marca número um em que os operadores confiam.
O potencial do mercado também foi fundamental em nossa decisão de ter equipes nativas em todos os departamentos para apoiar os operadores em sua jornada de sucesso. Isso também será fortalecido com nossos planos eventuais de ter um escritório no país. Além disso, planejamos fazer o que fazemos tão bem – oferecer produtos e soluções sob medida para os operadores, o que melhora significativamente sua reputação com os apostadores.
Estou ansioso para participar de um webinar com o iGB no dia 9 de agosto, onde estaremos discutindo o que tem sido um longo processo de regulamentação no Brasil, que pode estar finalmente chegando ao fim. Estaremos analisando os pontos-chave ao longo desta jornada, bem como identificando os requisitos necessários para construir uma casa de apostas envolvente que repercuta com os apostadores brasileiros, entendendo suas preferências e oferecendo um produto de primeira classe para os operadores.












